A aprovação da redução do recesso parlamentar de 90 para 55 dias, e o fim da remuneração nas convocações extraordinárias já são fatos suficientes para não tornar inócua esta convocação.
Considerando-se que foi gasta nela por volta de 100 milhões de reais, dá pra ter uma boa idéia da economia que gerará aos cofres públicos - e obviamente aos nossos "esgualepados" bolsos, como diria o companheiro lá de Bossoroca.
Cabe observar que foi nessa gestão de Aldo Rebelo que essas medidas, há anos discutidas e ventiladas, foram aprovadas. Claro que os escândalos que vieram à tona durante todo o ano de 2005 contribuíram muito para que o Congresso tomasse alguma medida. Mas há que se dar algum mérito ao camarada.
Importante também o fato de que apenas uma deputada, Suely Campos, do PP de Roraima, votou contra. 466 parlamentares votaram favoravelmente.
Paradoxal é que apenas 92 devolveram, doaram a entidades ou pediram para não receber o dinheiro recebido nesta convocação.
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